voar as vezes não eh o bastante
queria mesmo eh me transmutar.
espirito eh o que queria ser
doce sina divina
e assim iria , lá
outras dimensões, universos;
dor teria outra concepção
ou seria desconhecida !
vontade de voar voltou
mas dessa vez queria voar
sempre, todos os dias
e o chão, eu não mais tocaria
vai , vai , vai , e une-se
às que ficaram; umas mais, outras menos
e assim me desfaço, em silêncio,
numa sinfonia repetida.
Wednesday, 24 August 2011
O cavalinho como essência...
Alguns imitam cavalos. Não os selvagens como Pégasus, desbravador de montes. Falo dos que enxergam pouquinho,unidirecionais que tem medo de saírem do pastinho, aventurar-se além da cerca. Pessoas assim,em sua maioria, tendem ao trivial,como cavalinhos "bipolares" que vez ou outra, ficam ariscos nos cantinhos, buscando e recriando pseudo-segurança.Tão certa a felicidade de uns passinhos diferentes... Fico triste por essas pessoas.Contentam-se com o conforto da mesmice. Nao saberão o que de fato é o ousar.Voar.Se permitir.
Sunday, 21 August 2011
as escadas
vejo as escadas, os degrais estão alinhados
diferentes ângulos, a medida da impossibilidade
retenção do mar
as ondas vêm , não há timidez
- - - -
escadas, fios únicos , emaranhado da vida
a sina, me faz assim, as escadas são essas
vejos as cores, o azul
as águas são agora turvas
- - - -
e vem , vem aquela necessidade
a expressão , arco-íris, mas não há ouro no final
vejo assim, me enlevo sem colocar os pés no chão
as águas, se movimentam, não são mais ondas
- - - -
ja me esqueço, o arco-iris-escada me toma
reflito, não há mais janela pra se ollhar
sentimentos de werther, ah pobre Werther
mas sem o seu fim, e as ondas se tornam maiores que sonhos
.
diferentes ângulos, a medida da impossibilidade
retenção do mar
as ondas vêm , não há timidez
- - - -
escadas, fios únicos , emaranhado da vida
a sina, me faz assim, as escadas são essas
vejos as cores, o azul
as águas são agora turvas
- - - -
e vem , vem aquela necessidade
a expressão , arco-íris, mas não há ouro no final
vejo assim, me enlevo sem colocar os pés no chão
as águas, se movimentam, não são mais ondas
- - - -
ja me esqueço, o arco-iris-escada me toma
reflito, não há mais janela pra se ollhar
sentimentos de werther, ah pobre Werther
mas sem o seu fim, e as ondas se tornam maiores que sonhos
.
Olha (...) Olha Solzinho
Olha, Olha solzinho (pra dentro)
lá tem luz, tem reminiscências do infinito, indefinido
por definição é assim mesmo, inquietude
tranfusão de sonhos
---
Deixa, não deixe que essa boba sublimação
erros tais quais os de negar
tornem-se a negação do que é tão luz
foste dos prazeres, o meu maior deleite
---
Olha (...), mas olha pra dentro
lá tem luz, tem as respostas do que se tornou
calo, refrigerio, (...) e vem a epifania
sorrateira, me entrego, me afasto, me perco
---
Vem luzinha tão linda, lapidada de adornos
das palavras, e que sejam elas mais lindas
em todas as suas nuances, se criem !
onde esta você, sonho-sol ? antítese da razão.
.
lá tem luz, tem reminiscências do infinito, indefinido
por definição é assim mesmo, inquietude
tranfusão de sonhos
---
Deixa, não deixe que essa boba sublimação
erros tais quais os de negar
tornem-se a negação do que é tão luz
foste dos prazeres, o meu maior deleite
---
Olha (...), mas olha pra dentro
lá tem luz, tem as respostas do que se tornou
calo, refrigerio, (...) e vem a epifania
sorrateira, me entrego, me afasto, me perco
---
Vem luzinha tão linda, lapidada de adornos
das palavras, e que sejam elas mais lindas
em todas as suas nuances, se criem !
onde esta você, sonho-sol ? antítese da razão.
.
Subscribe to:
Posts (Atom)
